sábado, 27 de fevereiro de 2010

I'm back

Bem pessoal por grandes motivos de preguiça força maoir, fiquei alguns milenios longe desse blog srrsrs, mas estou de volta para postar meus contos e minha aventuras bardas e parte de contos que foram publicados (yes).
Então Aguardem!!!

quinta-feira, 19 de novembro de 2009



Pânico na TV


Em primeiro lugar
Em nosso lar

O lar chamado Brasil
De onde o bom humor
Surgiu

Nós inventamos a piada
A alegria
Que o mundo contagia

E aqui no país feliz
Em uma só voz se diz
Pânico na TV
O programa numero um
De audiência
E excelência

Pois a maior vitória
Que se pode dispor
É a vitória do bom humor



Emilio


Somente
Alguém experiente
Para reunir uma turma
Surpreendente

De líder é chamado?
Não, pois de amigo
É intitulado

Comandando a palhaçada
E guiando toda gargalhada

Um apresentador
Que anima o telespectador
Falo daquele que os mal humorados
Os mal amados irrita
Ele o amicíssimo
Emilio Zurita



Ronaldo (quero dizer Zina)


Ronaldo!
Ronaldo!
Quem nos faz repetir
Tanto esse nome
E de um simples nome
Nos faz rir?

O arauto
Do bordão mais falado
E idolatrado
Ronaldo!

Um gênio do marketing?
O empresário de um fenômeno?
Não, imagina
O responsável por isso é o Zina

De terras distantes
Chamadas “Xurupita”
Vem o mensageiro
Bem ligeiro
Trazendo a palavra sagrada
Recite esse mantra
Ronaldo!
E de Ronaldo, o país é feito
E Zina é nosso eleito



Sabrina


Do reallyty
A nosso coração
Intercambio
Brasil Japão

Não falo de desenho
Não,
Embora pareça ser
Desenhada a mão

Ela é real
E por ela todos nos apaixonamos
Com seus encantos
E QI (-) sem igual

Brincadeira,
É apenas uma maneira
De demonstrar o carinho
Por esse seu jeitinho

Inegável essa menina
A bela Sabrina

Daisuki
Escrevo aqui
Para te homenagear
E esse povo que o mundo
Aprendeu amar

Diga –È verdade!.
Pois assim na realidade
Sabemos que nesse sorriso
Está a felicidade



Estrábico (Vesgo)



Vesgo, palhaço moderno
Palhaço de terno,
Um jeito inconfundível
Um humor um tanto
Incompreensível

Com ele todos dão risada
Perde um dente
Mas não a piada

Psiu! Vou dizer baixinho
Me refiro ao soco
Daquele chamado “Netinho”

Apanhou de mulher,
Não quis fugir,
Embora todo esfolado
Estropiado
Ainda nos fez rir

Que por muitos anos
Possamos contar
Com esse jeito
Que ele tem
De com artistas
Brincar




César Polvilho


Começou de fininho
Como mineirinho
Foi trilhando seu caminho

Conquistou o povão
Sendo um repórter
Em ação

Seu bordão repetido
Por todo mundo
- Escuta vagabundo!

Hoje em dia
Não xinga mais carros
Na rodovia
E sim tem nos conquistado
Como Fredie Mercury
Prateado

De voz fininha
E engraçada dançinha
Gargalhadas traz de montão
César polvilho
Ex-repórter ação